Você está aqui : Home > Cruzeiros > Antártida > Rota dos Exploradores
ROTA DOS EXPLORADORES
Via Ilhas Malvinas e Ilha Georgia do Sul
20 dias - 19 noites
Faremos a rota dos Exploradores, saindo desde Ushuaia na direção oeste até as Ilhas do Atlântico Sul, começando com as Ilhas Malvinas, em território argentino (usurpadas ilegitimamente pela Gran Bretanha) onde desembarcaremos no porto argentino (Puerto Stanley), para depois continuar a viagem até as Ilhas Georgias do Sul, concretamente em Grytviken, velho porto baleeiro, utilizado por Schackleton no resgate da tripulação do Endurance.

Finalmente iremos até as Ilhas Shetland do Sul, para fazer jus às palavras de Amundsen: "Esta terra parece um conto de fadas". As palavras de Amundsen captam a majestade da Antártida em seu máximo esplendor. E imensa, imaculada e gloriosa. As enormes geleiras, algumas cobrindo uma área igual à de uma cidade pequena, se refletem como sombras nas águas calmas. A mera magnitude é tediosa.
 
Ushuaia, Ilha Grande da Terra do Fogo, Argentina
Ushuaia, a cidade mais austral do mundo, nos recebe com sua imagem pitoresca e sua imponente vista ao Canal de Beagle e suas excelentes propostas gastronômicas. Dormiremos em Ushuaia.
Começando nossa viagem à Antártida
Antes de embarcar, poderemos fazer uma visita por nossa conta à cidade de Ushuaia. Entre as excursões, aconselhamos percorrer o Parque Nacional Tierra del Fuego, para chegar até a Baía Lapataia. Começaremos nossa viagem de expedição em navios quebra-gelo, que atravessarão as águas do Canal de Beagle, em direção à turbulenta Passagem de Drake, em direção ao Atlântico Sul, para chegar às Ilhas Malvinas.

Ilhas do Oceano Atlântico Sul: as Ilhas Malvinas (Puerto Stanley)
Em direção às Ilhas Malvinas, ouviremos sobre Charles Darwin, quem visitou as ilhas em 1833. Poderemos nos unir aos companheiros de aventura para desfrutar do exaustivo programa de educação que nos mostrará a flora e fauna que poderemos ver ao visitar o arquipélago. Totalmente preparados, navegaremos com tranqüilidade desde o barco até a costa em um barco Zodiac para passear pelas ruas de Stanley ou percorrer os terrenos onde se encontram os ninhos do albatroz de sobrancelha negra. Poderão tomar uma xícara de chá, sem pressa, com os locais, antes de partir para a ilha Georgia do Sul.

As Ilhas Malvinas, conhecidas como Ilhas Falkland, formam um arquipélago no Oceano Atlântico Sul, sobre a plataforma epicontinental chamada Mar Argentino, e se encontram a 480 km da Patagônia , a 772 km do Cabo de Hornos, 1.080 km das Ilhas Georgias do Sul e a 940 km da ilha Elefante, na Antártida.

As Ilhas Malvinas se encontram administradas pela Grã Bretanha desde sua possessão em 1833, quando estavam sob controle do governo argentino. A Argentina, fiel à sua história, nunca aceitou a administração britânica, sendo que uma parte indivisível de seu território foi ocupada ilegalmente pelo Reino Unido. Por esse motivo, deveriam fazer parte da província da Terra do Fogo, Antártida e Ilhas do Atlântico Sul. Só o tempo colocará as coisas em seu lugar.

Ilhas do Oceano Atlântico Sul: Ilhas Georgias do Sul: Grytviken
Quando aterrissarmos em Grytviken, Georgia do Sul, a história nos virá à mente. A Georgia do Sul é o lugar de resgate da tripulação do barco Endurance de Ernest Shackleton. Em 1904, Grytviken se transformou numa estação baleeira.

Grytviken é o porto que se encontra na costa norte da ilha Georgia do Sul e faz parte da Província da Terra do Fogo, Antártida e Ilhas do Atlântico Sul. Hoje praticamente abandonado, foi centro da indústria baleeira do Atlântico Sul durante os anos 1904-1965 e também refúgio de expedições científicas à Antártida.

A fábrica baleeira de Grytviken, pertencente à Companhia Argentina de Pesca, foi fundada por Carl Anton Larsen, nascido na Noruega. Em Grytviken, de soberania Argentina, começou a funcionar a Oficina Meteorológica Argentina (oficial do estado), estação meteorológica que funcionou até 1945. A origem de Larsen e da grande maioria dos baleeiros que trabalharam desde seu início na zona explicam o topônimo Grytviken, que, em norueguês bokmål, significa baía ou porto (viken) das caldeiras (gryt, gryte: caldeira, caçarola, panela), porque se chegaram a ver caldeiras dos séculos XVIII e XIX que foram utilizados por espanhóis e hispano-americanos para fundir a gordura dos cetáceos, pinípedes e pingüins.

A exploração inclui uma visita à capela e ao museu, que mostra como os exploradores viviam em um esconderijo protegido, até que o abandonaram em 1966.

Ilhas do Oceano Atlântico Sul: Ilhas Shetland do Sul - Conto de Amundsen
Enquanto o barco avança sem parar para o sul e o oeste, observaremos os icebergs em forma tabular. Quando chegarmos às Ilhas Shetland do Sul, a Equipe de Expedição irá realizar pelo menos duas aterrissagens no dia, obviamente sujeito a permissões, condições climáticas, gelo e vento. Aqui é onde poderemos visitar uma estação de investigação ativa onde os científicos fazem um acompanhamento dos ciclos da vida de aves e icebergs. Caminharemos com os pingüins em uma colônia e navegaremos por costas rochosas onde descansam as aves depois de um dia de vôo.

"Esta terra parece um conto de fadas." As palavras de Amundsen captam a majestade da Antártida com todo seu esplendor. É imensa, imaculada e gloriosa. As enormes geleiras, algumas cobrindo uma área igual à de uma cidade pequena, se refletem como sombras nas águas calmas. A mera magnitude é tediosa.

Quando dermos nosso primeiro passo na Península, recordaremos dos valentes e determinados exploradores que nos precederam: Ross, Scott, Shackleton e Amundsen. Eles também foram cativados pelas travessuras dos pingüins, pela curiosidade das focas e pela graça das baleias.

Cruzando a Passagem de Drake: Um final adequado Cruzar a Passagem de Drake é um final adequado para esta travessia que fizeram os exploradores da Antártida, que enfrentaram a fúria dos elementos para aumentar o conhecimento do ser humano sobre as regiões polares. Assim como eles, nós também seremos transformados.
 
Serviços
 
As tarifas incluem
Uma noite de estadia antes da expedição no hotel com café-da-manhã segundo indicado no itinerário. (A quantidade de hóspedes por quarto é igual ao espaço nos camarotes do barco). Como a disponibilidade é limitada, os viajantes que reservarem uma suíte a bordo serão colocados no hotel em quartos standard).
Hospedagem a bordo com serviço de limpeza diário.
Cafés-da-manhã, almoços e jantares a bordo em toda a viagem. (Por favor, nos informe sobre qualquer requerimento alimentício com a maior antecipação possível). Infelizmente, as cozinhas dos barcos não podem preparar comidas kosher (pertencente à religião judia).
Todos os desembarques costeiros e as excursões em barco Zodiac estão estabelecidos segundo o programa diário.
O guia durante toda a viagem será um Líder de Expedição qualificado, inclusive nos desembarques costeiros e outras atividades.
As apresentações formais ou informais realizadas por nossa Equipe de Expedição, e haverá oradores convidados segundo a programação.
Álbum fotográfico em DVD.
Serão emprestadas botas impermeáveis da expedição para os desembarques costeiros.
Secador de cabelo em cada camarote.
Uma jaqueta da Quark Expeditions para os clientes em Clipper Adventurer
Café, chá, chocolate e água em garrafa estão disponíveis 24 horas.
Materiais completos antes da partida, inclusive um mapa e uma leitora antártica informativa.
Traslados de grupos do hotel até o barco no porto de embarque e do barco ao aeroporto local depois do desembarque, mais todo o carregamento da bagagem do barco.
Todos os impostos de serviços diversos e os gastos portuários durante o programa.
Seguro de Evacuação em caso de Emergência para todos os passageiros, até no máximo US$ 100.000 por pessoa.
 
Mapa de Rota